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Uma historia por fazer

Este texto é uma resposta a esse outro texto que vi em um blog apaixonante...

Mais uma noite cai para alguém que tem quase vinte anos, não é sábado, é segunda-feira e ela não me escreveu hoje. Eu não me lembro do rosto dela e nem conheço o perfume das suas mãos, mas sinto como se estivesse com Maria todo o tempo. Sim, o nome dela é Maria Marya, meio estranho para falar a verdade, mas o que falar dela quando sou conhecido como Protagonista.

Maria me surpreendeu com suas palavras e com seus sorrisos lindos e envergonhados e tudo o que sei dela é quase nada e isso me provoca a mostrar para ela quem sou para ver se descubro um pouco mais, como quem abraça no desejo se ser abraçado. Ah Maria, como te esperei...
Entre os sonhos dela devo ser um mero figurante, mas como disse antes, em seus textos sou Protagonista, sei lá o que isso significa, mas as palavras delas em relação a mim são tão doces que parece que ela esperou por mim durante toda vida e ainda espera já que eu não faço ideia de como sair dessa historia resolvi escrever ela para que ela se junte a mim nessa outra historia.
O único problema é que eu não sei o que escrever sobre ela e não posso criar algo que já existe. Queria contar para ela que enquanto ela me escrevia eu estava aqui pedindo para que ela me fizesse um escritor só para poder escrever um futuro junto a ela. Mas sou apenas um cara que escreve textos miúdos e mal feitos na esperança de torna-la parte da minha historia escrita por ela.
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Tá uma beleza!

Ando meio fresco ultimamente. Os cinco ou seis leitores que acompanham o blog devem ter reparado que meus textos têm ficado cada vez mais românticos e tão melosos que são um perigo pra quem sofre de diabetes. O que as pessoas mudam quando estão gostando de alguém é uma grandeza! Eu até fiquei mais simpático, mais bem humorado ando na rua rindo sozinho e diferente de mim ainda tem nego que fica inteligente ou passe a gostar de axé e pagode.

Qualquer coisa é motivo pra sorrir. Se estiver fazendo sol e começa a chover de repente, e você está de camisa branca com uma mochila cheia de livros e sem guarda-chuva, você olha pro céu e fica pensando com a natureza é linda e imprevisível. Sendo que no seu estado normal você ia mandar a natureza pro quinto dos infernos porque só chove quando você está sem guarda-chuva.
Nem o Bob Esponja estraga seu dia!
Passa um carro e te molha todo com aquela água cheia de coco de cachorro e você ao  invés de procurar uma pedra e arrebentar o vidro do  infeliz, simplesmente sorri e sai chutando a água se sentindo o próprio Gene Kelly. Você não liga pra pisão no pé , empurrão dentro do ônibus, nem gente furando a fila do banco. Tudo é tão maravilhoso, pra que se preocupar com essas coisas banais.

Nada consegue te irritar. Bem, quase nada. Só quando você liga, liga, liga e ela não atende. Aí você levanta, dá um soco no computador, um chute na mesinha de centro, mete uma pedra no pára-brisa do corno que te molhou, xinga a gorda que tá querendo furar fila, e fica com uma cara que espanta até dor de dente. Mas tirando isso, nada, mas nada mesmo consegue tirar o seu bom humor.
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Para que precisamos disso?

Pra começo de conversa, eu acabei de excluir meu Orkut. Pra quem não acredita, procura lá por Raôny Menezes. Não tem mais nada. Porque eu fiz isso? Bem eu tenho vários motivos, que em alguns dos próximos textos vocês vão entender melhor. Um deles é que eu quero tirar minha vida um pouquinho da internet. Não é questão de estar pedindo privacidade não. quando eu digo vida, quero dizer contato com algumas pessoas e coisas  inúteis.

Na internet é muito fácil ser badalado, é muito simples ser amado, ser o melhor amigo ou o cara que todo mundo quer conhecer. Mas essa facilidade é tão artificial e mentirosa. Porque ela se dá porque simplesmente você só mostra as pessoas o seu lado bom. Na internet você não convive com ninguém. Não dividi nada com ninguém. Não passa horas conversando, olhando nos olhos de ninguém. Na internet a coisa mais fácil é ajudar os outros achando um link ou ensinando qualquer bobeira sem importância alguma.
Não. Eu ainda não to assim!
Porem na internet ninguém precisa de uma água de coco e protetor solar em um dia quente. Na internet ninguém precisa de um carinho depois de um dia cansativo. Na internet ninguém te pede pra fazer uma mágica com o baralho, pra ensinar a fazer um dever de casa, pra comprar um real daqueles salgadinhos que vendem nas padarias do centro. Na internet você não pisca pra uma amiga que tá triste porque o namorado dela é um imbecil e prefere jogar videogame a abraçar ela. Na internet é muito mais fácil pedir desculpas.

Enfim amigos que estiverem lendo esse texto, escutem esse jovem de dezessete anos: fiquem menos no MSN e mais com suas namoradas, namorados, amigos, família, vizinhos, porteiros, o que seja. E dêem mais importância pra quem se preocupam com você de verdade. Não pra quem se lembra de você porque o Orkut se lembrou do seu aniversário. Tirem as bundas dessas cadeiras e cuidem das pessoas que pegam chuva pra te ver, que te ensinam a assoviar, que dividem o chocolate com você, com o pessoal que te xinga no futebol, com as pessoas que estão do seu lado quando você precisa. Porque mandar um depoimento em rede social é fácil, difícil é sair na chuva só pra  dar um beijo na pessoa que você ama.
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Garotinho inocente, Garotinho Juvenil

Bem, esse texto é dedicado aos “garotinhos de prédio”, que ainda não saíram das fralda.
O que antigamente era comum em famílias ricas agora se espalhou pela classe média e baixa. Tô falando dos garotinhos mimados e que não tem dinheiro pra comprar pão em casa. Mas isso vem se tornando cada vez mas comum não é mesmo? Não querendo discriminar ou ofender ninguém, mas hoje vivemos em tempos que o galã da novela usa calça de mulher e tem voz de criança. Assim sendo a referência para muitos garotinhos criados a leite-com-pera.
Não estou postando isso na forma de ridicularizar ninguém, mas sim, apontar algumas conseqüências quando nos posicionamos deste modo de vida.
Qual a sua ?
Eles não comem ervilhas
Durante um almoço com alguns colegas descobri que um deles não gosta de ervilhas. Não gosta e não come. Em outro lanche com a família enquanto eu estava passando mal de tanto comer galinha me surpreendi com um: “Hum... galinha, eca!”. Sério isto deveria ser diagnosticado como algo no mínimo muito estranho. Sou do tempo que comia o que tinha na mesa, nada de “O que você quer?”, “Ah eu quero arroz com batata”, “ E você?”, “Só lazanha”; “E..”, “Ai, não quero nada, não”.
Claro que não é preciso abandonar as preferências mas não seja tão refen do “gosto” e “não gosto”. Eu não gosto de muita verdura, por exemplo, mas como.
Eca! Ervilha na torta...
Eles não limpam o vaso sanitário
Uma pessoa só para de fazer cagada na vida depois que aprende a limpar a sua privada.
Ele suja, a mãe limpa. Ele dorme, a empregada a arruma a cama. Que tipo de homem é esse?
Se continuarmos a tratar o mundo como um hotel, seremos sempre hóspedes. Estas são pessoas que jogam lixo no chão e não veem o mundo como uma moradia, é isso que os torna tão mimados que só olham para o próprio umbigo cabeludo por que ali mora seu mundo e é a única coisa digna de limpeza.


Eles não sabem o que querem da vida
Se um cidadão não sabe o que fazer com sua vida jamais saberá o que fazer com sua mulher isto é fato. A nova geração de homens pode ser representada por meninos emos que usam calças apartadas e não comem agrião ou por homens bem sucedidos que se sentem impotentes e infelizes sem saber o que fazer com o resto da sua vida e nem com a mulher na cama.
Ele também esta confuso...
Um conselho para mudar
Comece a ver as suas atidudes o observar o jeito que você enxergar o mundo, assim você ira mudar espontaneamente sem nem perceber. E vai largar de ser tão indeciso, egoísta e mimado.
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Acharam o fim da página... Uma salva de palmas para Sherlock Holmes, nosso mais paciente e ilustre leitor!